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domingo, 5 de dezembro de 2010

Molde óculos 3D

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Dicas de uso seguro na internet

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Uso do Twitter na Educação Básica

Quem ainda não ouviu falar em Twitter? Lançado em 2006, é uma das mídias sociais mais movimentadas no Brasil atualmente. Serviço gratuito, pode ser utilizado por qualquer usuário da Internet. Não exige convite e permite publicar textos de até 140 caracteres no máximo. É um microblog.

Pode ser que você não tenha ouvido falar no Twitter, mas o dito popular "Um passarinho me contou..." você certametne conhece. Pois bem, entre o Twitter e esse dito há muito em comum. Veja: twit, um post do Twitter, pode significar: arreliar, censurar, repreender, zombar. Twitteiro é aquele que posta mensagens no Twitter, e significa o gorgeio, o trinado, o chilrear de um pardal. E, sabemos que, quando um passarinho canta, seus parceiros logo respondem... Ou seja: twittar é fazer barulho, ser ouvido, ser visto, ser notado, ser lido… enfim: INTERAGIR!
Twitter na escola – Por que não? Por que sim?


Clive Thompson, colunista da conceituada revista New York Times e da Wired tem uma fala (26/06/07) sobre o Twitter que impressiona - para não dizer assusta - quem pensa em usar o recurso em sala de aula: "Twitter is the app that everyone loves to hate" (Twitter é o aplicativo que todo mundo adora odiar). Quando os planos são para usar o aplicativo em projetos educativos, há que se considerar sensivelmente essa fala e partir para uma análise mais cuidada desse app: suas características, atrativos, dificuldades, possibilidades e riscos.

Ainda no mesmo artigo, Clive Thompson faz uma aposta em relação ao futuro do Twitter: "Critics sneer at Twitter and Dodgeball as hipster narcissism, but the real appeal of Twitter is almost the inverse of narcissism. It's practically collectivist — you're creating a shared understanding larger than yourself. But here's my bet: The animating genius behind Twitter will live on in future apps. That tactile sense of your community is simply too much fun, too useful — and it makes the group more than the sum of its parts" (Críticos do Twitter dizem que ele explora um narcisismo moderno, mas o recurso real do Twitter é quase o inverso do narcisismo. É praticamente coletivista – você está criando uma compreensão compartilhada maior do que a sua própria. Mas aqui está a minha aposta: o gênio animador por trás do Twitter vai viver em aplicações futuras. Essa sensação tátil de sua comunidade é simplesmente muito divertida, muito útil – e torna o grupo maior que a soma de suas partes.)

Tendo como um dos atrativos principais a simplicidade da ferramenta e da sua proposta inicial, os usuários em geral têm se apropriado fácil e rapidamente do recurso e criado usos interessantes para o aplicativo. Um dos primeiros exemplos é o uso do Twitter como mídia jornalística, considerando o potencial comunicativo que a ferramenta apresenta.

Da mesma forma, esse mesmo potencial - aliado ao caráter colaborativo/cooperativo da ferramenta, à possibilidade de acesso rápido à informação, ao aumento das trocas culturais, ao poder de criação e síntese, às facilidades de uso e às inúmeras possibilidades de interação - é o que justificaria, para educadores, seu uso em projetos educativos on line, especialmente em comunidades virtuais de aprendizagem, articulado às demais atividades do processo de ensino-aprendizagem promovidas na escola ou fora dela.



* Bacharel e licenciado em História (USP-1992), especialista em Educomunicação (USP-2003), mestre e doutor em Ciências da Comunicação pela ECA/USP (2000-2005) e gestor da comunidade virtual Minha Terra, do Portal EducaRede, desde 2007.

** Bacharel e licenciada em Letras (FFCLSanto André - 1973), master em Gestão e Produção de e-Learning pela Universidade Carlos III de Madrid, gestora de Comunidades Virtuais de Aprendizagem do Portal EducaRede Brasil.

Fonte: Educarede

quarta-feira, 23 de junho de 2010

CYBERBULLYING


http://veja.abril.com.N

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Cyberbullying

Lei tenta coibir o cyberbullying nas escolas

A lei que estabelece políticas públicas antibullying nas instituições gaúchas de Ensino Básico e de Educação Infantil, aprovada recentemente pela Assembleia Legislativa, inclui o ciberbullying, classificado no texto como “envio de mensagens, fotos ou vídeos por meio de computador, celular ou assemelhado, bem como sua postagem em blog ou sites, cujo conteúdo resulte em exposição física e/ou psicológica a outrem”. De acordo com o deputado Adroaldo Loureiro (PDT), responsável pelo projeto, não se pode pensar em bullying nos dias de hoje sem relacioná-lo com a internet.

“É impossível deixar de fora. São os meios mais utilizados e mais danosos porque o autor se esconde no anonimato. Deve ter um tratamento especial” defende Loureiro.

Na prática, a nova lei não estabelece ações concretas para enfrentar a violência entre os estudantes, como punições aos alunos ou a Escolas negligentes. Entre as ações previstas, estão campanhas de prevenção nas Escolas e treinamento de docentes e equipes pedagógicas para o diagnóstico de bullying e para o desenvolvimento de abordagens de caráter preventivo. Outro ponto importante está focado na orientação aos agressores e seus familiares sobre os valores, as condições e as experiências relacionadas à prática de bullying.

“Atualmente, mais de 60% das Escolas públicas não têm um orientador educacional ou psicopedagogo”, complementa.

O que o professor pode fazer se for alvo

- Procure a direção para relatar o que está acontecendo- Outra alternativa, caso trabalhe em Escola particular, é procurar o Sinpro-RS, na Capital, que tem um núcleo especialmente voltado para tratar desses casos e oferece atendimento psicológico. O telefone de contato é (51) 4009-2900 ou 0800-7272-910

- Tenha uma conversa franca e conciliadora com o aluno envolvido para tentar resolver tudo e, se não resolver, peça à direção para chamar os pais

- Caso se sentir lesado pelo cyberbullying, o professor pode, inclusive, procurar a Justiça para pedir reparações aos responsáveis. Por isso, tire cópias, registre em cartório e guarde consigo

- Se sentir que o problema causou depressão, mudanças repentinas de humor e cansaço, procure auxílio profissional com um psicólogo ou psiquiatra

O que é o bullying

- Bully, em inglês, pode ser traduzido pelo termo valentão. Dele deriva a palavra bullying, que não tem uma tradução literal precisa para o português. Por isso, especialistas brasileiros optaram por adotar o estrangeirismo para definir o problema, que se refere a atos agressivos, físicos ou verbais, protagonizados por um agressor contra uma vítima de forma sistemática

O que é o cyberbullying

- É a utilização de sites e blogs, mensagens de celular ou outras ferramentas para humilhar ou intimidar alguém.

Histórico

- O bullying é um fenômeno muito antigo, sem data precisa de início. Apenas a partir dos anos 70, porém, recebeu essa denominação e passou a ser compreendido como uma ameaça à saúde física e psicológica dos estudantes. Nos últimos anos, vem recebendo atenção crescente de especialistas e governos

- A origem das pesquisas sobre o bullying se encontra em países como a Noruega, onde foi percebida uma correlação entre suicídios de jovens e o ambiente hostil na Escola

- Alguns especialistas consideram que o bullying não é restrito a adolescentes em âmbito escolar, mas também se aplica a casos de agressões físicas e psicológicas repetitivas, transcorridas entre colegas de trabalho, por exemplo, e também entre alunos e professores

(Zero Hora)

INTERNET

SEGURANÇA NA INTERNET

CYBERBULLYING -VÍDEOS

Cyberbullying é uma das modalidades de bullying, e tem crescido assustadoramente no mundo inteiro.

Com a facilitação do acesso a internet, muitos jovens e crianças navegam buscando diversão, porém outros sofrem com constantes abordagens agressivas on-line.











sábado, 12 de junho de 2010

4 coisas a evitar no Powerpoint

1. Telas muito cheias

Tente colocar em cada slide apenas palavras-chave sobre sua matéria. Encher cada tela de animações só serve para distrair os alunos. E colocar no computador tudo o que você vai dizer faz com que os estudantes pensem que você está lendo um roteiro.

2. Mensagens que não são relevantes

Pense como seu aluno. O que eles irão ganhar se você projetar, por exemplo, a tabela periódica por quinze segundos? Que informação eles absorverão? Faça cada slide de apresentação somente com informações úteis.

3. Cuidado com o visual

Certo, esses programas oferecem todos os tipos de letras, de fundo, qualquer combinação que você possa imaginar. Mas será que o visual escolhido combina com a sua aula e com seu jeito de lecionar? Montar uma apresentação em programa multimídia é mais ou menos como decorar uma casa: você coloca ali um pouco de sua personalidade, seu jeito de ser. Seja coerente e monte uma apresentação parecida com você.


4. É melhor algo simples que funcione


Vale principalmente se você usa diversos computadores: o que você cria em um pode não ser reconhecido por outro. E quanto mais complexas forem as suas apresentações, mais possibilidades de erro acontecem. Uma simples mudança de cor pode tornar a tela ilegível. Simplifique.
Brasílio Neto